Leiria
m|i|mo – Museu Imagem e Movimento

15:00

“Chineses regressam às raízes para celebrar Ano Novo Lunar”, por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
A chinesa Xiaowang está prestes a percorrer de comboio os quase 2.000 quilómetros que separam Pequim e a sua terra natal, na província de Sichuan, numa viagem que repete todos os anos por esta altura.
Duração: 5´

 

“Deng Xiaoping, o líder chinês que derrubou a ortodoxia maoísta, morreu há vinte anos” por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
Vinte anos depois da morte de Deng Xiaoping, o líder que abriu a China à economia de mercado, resta em Pequim pouco de herança operária, arrasada para dar lugar a torres envidraçadas e complexos luxuosos.
Duração: 5´

 

“Donglu, a história de uma aldeia católica num país governado por ateus” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
No interior do norte da China, uma igreja do tamanho de um quarteirão, com paredes e colunas brancas, ergue-se no centro de uma aldeia, entre casas de tijolo cru, estradas poeirentas e plantações de melancia.
Duração: 5´


“Mestre do ‘vento e água’ prevê energias positivas para o ano lunar do galo” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
Na semana em que milhões de trabalhadores chineses desfrutam das suas únicas férias, o mestre Wang Haohua tem andado ocupado a prever o que trará o ano novo lunar nos negócios, amor ou política.
Duração: 5´

 

“Trabalhadores rurais chineses encurralados nos subúrbios da capital por uma vida melhor” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
Tuo Shouchuan vive com dois amigos num cubículo de 12 metros quadrados, parte de um aglomerado de casas em tijolo que acolhe centenas de trabalhadores rurais chineses à procura de uma vida melhor em Pequim. Duração: 5´

 

“Time Travel” de António Caetano Faria e Carolina Neves Rodrigues.
Wong Kei é um jovem de 25 anos que deixou um trabalho estável para perseguir o seu sonho com a sua câmera, despendendo todo o seu tempo a capturar a preciosa vida da cidade. Um dia, ao passear junto de um mercado de peixe, ele encontra ocasionalmente uma pescadora. Mais tarde ele vê-a na televisão a falar sobre a sua forma de vida, inspirando-o verdadeiramente com o seu estilo de vida. Determinado a procurá-la, ele inicia uma jornada em que vai conhecer muitos bairros antigos de Macau e aprender o passado e o presente do labor de pescador, as suas vidas quotidianas, e como a cultura piscatória tem contribuído para o que é Macau actualmente.
"Viagem no tempo" é, assim, dedicado à exploração de uma cultura em declínio numa pequena cidade, levando-nos literalmente numa viagem em que podemos passar a entender o significado social das suas gentes.
Duração: 56´


Duração total da sessão: 81´

15:00

“Os Resistentes” – Retratos de Macau” de António Faria.
A série dos resistentes nasce da necessidade que Macau tem de descobrir ou procurar constantemente uma identidade. Filmado a preto e branco, com música da Orquestra Chinesa de Macau, tem como objetivo dar voz àqueles que resistiram à passagem do tempo.


Duração total da sessão: 50´

21:00 – Sessão de filmes de competição Nacional - Prémio António Campos.

 

“Maior fábrica de bíblias do mundo fica na China comunista”, por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa – 5´
A maior fábrica de bíblias do mundo é chinesa, um país sem relações diplomáticas com a Santa Sé, e onde uma cópia impressa é completa a cada segundo, sob vigilância atenta de operários chineses, alguns convertidos ao catolicismo.
Duração: 5´

 

 “ Terra e Cal” de Catarina Alves Costa - 55´
Um filme sobre casas rurais no interior do Algarve, mostrando a relação entre o presente e memórias evocadas na intimidade do lar. Trabalhar a arquitectura a partir do “imaginário social”, centrando-se na forma como as casas eram e são vividas.


“ Índios Potiguara” de José Manuel Simões – 21´
Um pequeno registo sobre os eleitores e candidatos da política brasileira.
José Manuel Simões, Jornalista e Professor Universitário, foi ao Nordeste do Brasil, terras da Baía da Traição, descobrir como vivem os Potiguara, etnia de cinco mil índios em 32 aldeias e com uma peste, a cana do açúcar, a devastar-lhes a floresta e a ameaçar modos seculares de sobrevivência.
Curandeiras, caciques, feiticeiros, pagés, rituais e gente de rara beleza que preserva uma cultura ancestral, revelam-nos, neste documentário, um dos últimos paraísos do homem.

 

“Dragão Embriagado”- de Joana Couto – 25´
O Festival do Dragão Embriagado, ou de Tchoi Long, tem lugar no 8.º dia da 4.ª Lua (coincidindo este ano com o dia 14 de Maio). Hoje apenas celebrado em Macau, o evento com origem em Sek Kei, no antigo distrito de Xiangshan, Província de Guangdong, foi trazido pelos seus naturais que, migrando para Macau, com eles transportaram a tradição. O Dragão Embriagado está inscrito desde 2011 como Património Cultural Imaterial Nacional

 

“Daqui É Pró Cemitério – a propósito dos 75 Anos do Bairro dos pescadores da Nazaré” de Célia Quico, Dóris Santos, João Delgado- 20´
Em 2016 assinalaram-se os 75 anos da inauguração do Bairro dos Pescadores da Nazaré e da Casa dos Pescadores da Nazaré - 22 de Maio de 1941.


Duração total da sessão:126´

15:00

 

“Mar de Sines” de Diogo Vilhena.
Este é um projeto de cinema com a comunidade, num documentário que reúne os testemunhos de três gerações de pescadores que conhecem como poucos o mar do sudoeste português: o que o mar oferece e o que o mar reclama; o encanto do mar e a sua dura realidade. O porto de pesca e os seus intervenientes preenchem o núcleo principal de “Mar de Sines”, mas o filme navega para outros territórios: encontra os últimos pescadores-cabaneiros de São Torpes; percorre a costa rochosa com os mariscadores; escuta as memórias dos pescadores do alto; mergulha nas profundezas do oceano.


Duração total da sessão: 70 minutos

15:00

Última Sessão: “Olhar Macau” – documentários sobre o Património Material e Imaterial de Macau, produzidos pela Casa de Portugal em Macau.
Festividade de Á-MÁ” de Joana Couto - 25´
A Deusa de Á-MÁ é a protectora dos pescadores e marinheiros. A sua importância é relevante no calendário dos festejos anuais de Macau.

 

“Banho de Buda” de João Silva – 25´
O Festival do Banho de Buda decorre no oitavo dia do quarto mês lunar.É um evento importante para os budistas para comemorar o aniversário de Buda Siddhartha Gautama, também chamado de "Aniversário de Buda". Diz-se que Siddhartha Gautama nasceu há mais de 2600 anos, com uma mão apontada para o céu e a outra apontada para a terra, e disse: "no céu e na terra, eu sou o rei." Isso fez a terra tremer, e nove dragões cuspiram água para lavar seu corpo. Por isso, budistas de diferentes etnias, celebram o aniversário de Buda com a forma de lavar a estátua de Buda.


“Espíritos esfomeados” de Sara Pereira – 25´
A crença nos diabos à solta remete para os primórdios da religião popular, muito antes do aparecimento do Taoismo e do Budismo, religiões que reivindicam as suas origens. Talvez porque o dia também seja comemorado no Budismo embora com outro significado

 

Duração total da sessão: 75 minutos

Marinha Grande
Museu do Vidro

15:00


“Os Resistentes – Retratos de Macau” de António Faria
A série dos resistentes nasce da necessidade que Macau tem de descobrir ou procurar constantemente uma identidade. Filmado a preto e branco, com música da Orquestra Chinesa de Macau, tem como objetivo dar voz àqueles que resistiram à passagem do tempo.


Duração total da sessão: 50´

15:00


“Time Travel” de António Faria e Carolina Neves Rodrigues
Wong Kei é um jovem de 25 anos que deixou um trabalho estável para perseguir o seu sonho com a sua câmera, despendendo todo o seu tempo a capturar a preciosa vidada cidade. Um dia, ao passear junto de um mercado de peixe, ele encontra ocasionalmente uma pescadora. Mais tarde ele vê-a na televisão a falar sobre a sua forma de vida, inspirando-o verdadeiramente com o seu estilo de vida. Determinado a procurá-la, ele inicia uma jornada em que vai conhecer muitos bairros antigos de Macau e aprender o passado e o presente do labor de pescador, as suas vidas quotidianas, e como a cultura piscatória tem contribuído para o que é Macau presentemente. "Viagem no tempo" é, assim, dedicado à exploração de uma cultura em declínio numa pequena cidade, levando-nos literalmente numa viagem em que podemos passar a entender o significado social das suas gentes.


Duração total da sessão: 56´

15:00

 

“Olhar Macau” – Documentários sobre o Património Material e Imaterial de Macau, produzidos pela Casa de Portugal em Macau.


“Festividade de Á-MÁ” de Joana Couto - 25´
A Deusa de Á-MÁ é a protectora dos pescadores e marinheiros. A sua importância é relevante no calendário dos festejos anuais de Macau.

 

“Banho de Buda” de João Silva – 25´
O Festival do Banho de Buda decorre no oitavo dia do quarto mês lunar.É um evento importante para os budistas para comemorar o aniversário de Buda Siddhartha Gautama, também chamado de "Aniversário de Buda". Diz-se que Siddhartha Gautama nasceu há mais de 2600 anos, com uma mão apontada para o céu e a outra apontada para a terra, e disse: "no céu e na terra, eu sou o rei." Isso fez a terra tremer, e nove dragões cuspiram água para lavar seu corpo. Por isso, budistas de diferentes etnias, celebram o aniversário de Buda com a forma de lavar a estátua de Buda.


“Espíritos fomeados” de Sara Pereira – 25´
A crença nos diabos à solta remete para os primórdios da religião popular, muito antes do aparecimento do Taoismo e do Budismo, religiões que reivindicam as suas origens. Talvez porque o dia também seja comemorado no Budismo embora com outro significado


Duração total da sessão: 75 ´

15:00 – Sessão Brasil


“A Grande Ceia Quilombola” de Ana Stela Cunha e Rodrigo Sena – 53´
No Quilombo de Damasio, terra doada por um senhor de engenho a três de suas escravas, o alimento tem sido secularmente cultivado e extraído da natureza de forma parcimoniosa, fazendo parte de uma estrutura social que privilegia o grupo. O documentário retrata parte destes saberes, tendo a comida um papel fundamental na coesão do grupo.


“Ilha” de Daniel de La Calle Gebelle – 56´
Um dia na pequena ilha brasileira de Boipeba. Os pescadores locais ainda vivem de modo tradicional, saem ao mar em barquinhos a motor e canoas, recorrem a pé os arrecifes, praias e manguezais em busca de sustento. Porém, o mundo de fora colocou os olhos neste ideal moderno do paraíso tropical. A mudança parece inexorável. “ilha” separa-se do modelo narrativo do cinema social e ambiental clássico e oferece um olhar contemplativo a um lugar e a pessoas, com um ritmo e modo de viver à beira da mudança.


“Os caminhos da política: personagens e eleitores” de Carlos Eduardo Fialho e Tatiana Miranda – 12´
É um documentário que busca refletir sobre as relações entre candidatos e eleitores na política brasileira contemporânea através de entrevistas com eleitores e do acompanhamento da produção da campanha dos chamados "candidatos personagens" no Brasil.


Duração total da sessão: 121´

15:00


“Mar de Sines” de Diogo Vilhena.
Este é um projeto de cinema com a comunidade, num documentário que reúne os testemunhos de três gerações de pescadores que conhecem como poucos o mar do sudoeste português: o que o mar oferece e o que o mar reclama; o encanto do mar e a sua dura realidade. O porto de pesca e os seus intervenientes preenchem o núcleo principal de “Mar de Sines”, mas o filme navega para outros territórios: encontra os últimos pescadores-cabaneiros de São Torpes; percorre a costa rochosa com os mariscadores; escuta as memórias dos pescadores do alto; mergulha nas profundezas do oceano.


Duração: 70 minutos

15:00 – Última Sessão:


“Olhar Macau” – série de documentários sobre o Património Material e Imaterial de Macau, produzidos pela Casa de Portugal de Macau.


“Chu Tai Sin” de António Faria – 25´
Anualmente os crentes congregam-se num barco transformado em templo para participar na festividade Da Jiu realizada em honra de Chu Tai Sin, divindade taoísta patrono dos pescadores. Esta tradição faz parte do património intangível de Macau embora, atualmente esteja ameaçada.

 

“Cheng Ming “ de João Silva- 25 ´
São muitos os que se deslocam aos cemitérios de Macau e das ilhas para venerar os seus antepassados e realizar a limpeza dos túmulos. Como se costuma dizer, neste dia o luto é coletivo. Todos os anos, por esta altura, os residentes realizam a limpeza das campas, a veneração dos antepassados e o luto pelos que partiram. Este costume tradicional leva muitos familiares, mesmo aqueles que vivem em partes longínquas, a relembrarem os seus entes queridos

 

Duração: 50 minutos

Ourém
Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

15:00

 

"Olhar Macau" – série de documentários sobre o Património Material e Imaterial de Macau, produzidos pela Casa de Portugal em Macau.


“Festividade de Á-MÁ” de Joana Couto - 25´
A Deusa de Á-MÁ é a protectora dos pescadores e marinheiros. A sua importância é relevante no calendário dos festejos anuais de Macau.

 

“Banho de Buda” de João Silva – 25´
O Festival do Banho de Buda decorre no oitavo dia do quarto mês lunar.É um evento importante para os budistas para comemorar o aniversário de Buda Siddhartha Gautama, também chamado de "Aniversário de Buda". Diz-se que Siddhartha Gautama nasceu há mais de 2600 anos, com uma mão apontada para o céu e a outra apontada para a terra, e disse: "no céu e na terra, eu sou o rei." Isso fez a terra tremer, e nove dragões cuspiram água para lavar seu corpo. Por isso, budistas de diferentes etnias, celebram o aniversário de Buda com a forma de lavar a estátua de Buda.

 

“Espíritos fomeados” de Sara Pereira – 25´
A crença nos diabos à solta remete para os primórdios da religião popular, muito antes do aparecimento do Taoismo e do Budismo, religiões que reivindicam as suas origens. Talvez porque o dia também seja comemorado no Budismo embora com outro significado


Duração total da sessão : 75 ´

15:00


“Chineses regressam às raízes para celebrar Ano Novo Lunar”, por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
A chinesa Xiaowang está prestes a percorrer de comboio os quase 2.000 quilómetros que separam Pequim e a sua terra natal, na província de Sichuan, numa viagem que repete todos os anos por esta altura.
Duração: 5´

 

“Deng Xiaoping, o líder chinês que derrubou a ortodoxia maoísta, morreu há vinte anos” por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa

Vinte anos depois da morte de Deng Xiaoping, o líder que abriu a China à economia de mercado, resta em Pequim pouco de herança operária, arrasada para dar lugar a torres envidraçadas e complexos luxuosos.
Duração: 5´

 

“Donglu, a história de uma aldeia católica num país governado por ateus” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
No interior do norte da China, uma igreja do tamanho de um quarteirão, com paredes e colunas brancas, ergue-se no centro de uma aldeia, entre casas de tijolo cru, estradas poeirentas e plantações de melancia.
Duração: 5´

 

 “Mestre do ‘vento e água’ prevê energias positivas para o ano lunar do galo” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa

Na semana em que milhões de trabalhadores chineses desfrutam das suas únicas férias, o mestre Wang Haohua tem andado ocupado a prever o que trará o ano novo lunar nos negócios, amor ou política.
Duração: 5´

 

“Trabalhadores rurais chineses encurralados nos subúrbios da capital por uma vida melhor” , por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa
Tuo Shouchuan vive com dois amigos num cubículo de 12 metros quadrados, parte de um aglomerado de casas em tijolo que acolhe centenas de trabalhadores rurais chineses à procura de uma vida melhor em Pequim.
Duração: 5´

 

“Os Resistentes” – Retratos de Macau” de António Faria.
A série dos resistentes nasce da necessidade que Macau tem de descobrir ou procurar constantemente uma identidade. Filmado a preto e branco, com música da Orquestra Chinesa de Macau, tem como objetivo dar voz àqueles que resistiram à passagem do tempo.
Duração: 50 minutos

 

15:00

"Time Travel” de António Caetano Faria e Carolina Neves Rodrigues.
Wong Kei é um jovem de 25 anos que deixou um trabalho estável para perseguir o seu sonho com a sua câmera, despendendo todo o seu tempo a capturar a preciosa vidada cidade. Um dia, ao passear junto de um mercado de peixe, ele encontra ocasionalmente uma pescadora. Mais tarde ele vê-a na televisão a falar sobre a sua forma de vida, inspirando-o verdadeiramente com o seu estilo de vida. Determinado a procurá-la, ele inicia uma jornada em que vai conhecer muitos bairros antigos de Macau e aprender o passado e o presente do labor de pescador, as suas vidas quotidianas, e como a cultura piscatória tem contribuído para o que é Macau presentemente. "Viagem no tempo" é, assim, dedicado à exploração de uma cultura em declínio numa pequena cidade, levando-nos literalmente numa viagem em que podemos passar a entender o significado social das suas gentes.
Duração: 56´

21:00

Presença do realizador brasileiro Dewis Caldas, com exibição de alguns documentários do autor e uma conversa com o público.
Duração: 90´

21:00Sessão de filmes de competição Nacional - Prémio António Campos.

 

“Maior fábrica de bíblias do mundo fica na China comunista”, por João Pimenta (texto) e Wei Wang (vídeo), da agência Lusa – 5´
A maior fábrica de bíblias do mundo é chinesa, um país sem relações diplomáticas com a Santa Sé, e onde uma cópia impressa é completa a cada segundo, sob vigilância atenta de operários chineses, alguns convertidos ao catolicismo

 

“Sampana” de António Faria – 5´
Lim Moye tem 75 anos. Transporta passageiros e cargas na sua sampana, no Delta do Rio das Pérolas. Uma pequena história e uma longa vida de trabalho.

 

“Cavalgar a Onda da Nazaré” de Célia Quico – 15´
Documentário sobre os impactos económicos, sociais e ambientais da notoriedade global da Praia do Norte da Nazaré.

 

“Uma ginja diferente” de Pedro Alves – 17´

Será que é desta vez que vamos descobrir a receita da famosa ginjinha do castelo de Ourém?

 

“Procissão do Enterro do Senhor” de Bruno Carnide – 8´
O tempo passa, mas algumas tradições mantêm-se. O Mosteiro de Santa Maria da Vitória é o cenário desta procissão realizada na Vila da Batalha.

“Terras de quem sou” de Flávio Ferreira – 29´
Encontramos José nas suas tarefas do quotidiano. Conta-nos uma história de antigamente. E depois outra, e outra. Nos braços da grande família que nasceu desta história, por entre campos e estradas, José guia-nos por memórias de celas, terras e fronteiras.

 

“Nat Cha” de João Silva – 25´
A Festa de Na Tcha é no décimo oitavo dia do quinto mês lunar. É um ritual cheio de cor e simbolismos que se realiza todos os anos em Macau.

 

“O sapateiro” de Albert Dias, Bruno Veríssimo, Samuel Henriques – 5´
Documentário sobre uma profissão que ainda existe no concelho de Ourém.
Este filme resulta do trabalho desenvolvido pelo Museu Municipal de Ourém, o cinANTROP e a Escola Secundária de Ourém, para que as gerações mais novas estiem as memórias da sua região.


“Promessas à Nossa Senhora dos Remédios” de João Frias, Catarina Santos, e Maria Oliveira– 5´
Documentário sobre uma longa tradição do concelho de Ourém.
Este filme resulta do trabalho desenvolvido pelo Museu Municipal de Ourém, o cinANTROP e a Escola Secundária de Ourém, para que as gerações mais novas estiem as memórias da sua região.

 

Duração total: 120 ´

15:00

 

“Mar de Sines” de Diogo Vilhena.
Este é um projeto de cinema com a comunidade, num documentário que reúne os testemunhos de três gerações de pescadores que conhecem como poucos o mar do sudoeste português: o que o mar oferece e o que o mar reclama; o encanto do mar e a sua dura realidade. O porto de pesca e os seus intervenientes preenchem o núcleo principal de “Mar de Sines”, mas o filme navega para outros territórios: encontra os últimos pescadores-cabaneiros de São Torpes; percorre a costa rochosa com os mariscadores; escuta as memórias dos pescadores do alto; mergulha nas profundezas do oceano.
Duração: 70´

15:00 - Última Sessão

 

“Olhar Macau” – série de documentários sobre o Património Material e

Imaterial de Macau, produzidos pela Casa de Portugal em Macau.

 

“Chu Tai Sin” de António Faria – 25´
Anualmente os crentes congregam-se num barco transformado em templo para participar na festividade Da Jiu realizada em honra de Chu Tai Sin, divindade taoísta patrono dos pescadores. Esta tradição faz parte do património intangível de Macau embora, atualmente esteja ameaçada.

 

“Cheng Ming“ de João Silva- 25 ´
São muitos os que se deslocam aos cemitérios de Macau e das ilhas para venerar os seus antepassados e realizar a limpeza dos túmulos. Como se costuma dizer, neste dia o luto é coletivo. Todos os anos, por esta altura, os residentes realizam a limpeza das campas, a veneração dos antepassados e o luto pelos que partiram. Este costume tradicional leva muitos familiares, mesmo aqueles que vivem em partes longínquas, a relembrarem os seus entes queridos

Duração: 50´